Educação

Escola indígena na comunidade Vista Nova será inaugurada nesta quinta

Em apenas nove meses, esta é a terceira escola inaugurada pela nova gestão

Por SEMUC

01/12/2014

A prefeita Teresa Surita inaugura nesta quinta-feira (3), às 10h, a escola indígena Clemente dos Santos, na comunidade Vista Nova, Região do Baixo São Marcos. Em apenas nove meses, esta é a terceira escola inaugurada pela nova gestão, que conseguiu quitar dívidas com as construtoras e garantir o término de obras que beneficiam a comunidade.

As 29 crianças em idade escolar da Comunidade Vista Nova estudavam numa sala de aula cedida pelo governo do Estado. O novo prédio, construído pela prefeitura, possui duas salas de aula, três banheiros, copa, cozinha, sala administrativa e dois halls que funcionam como refeitório, além de espaço para lazer dos alunos. A equipe é composta por seis funcionários, sendo duas professoras, uma monitora de língua materna Macuxi, uma merendeira, uma zeladora e um motorista.

A escola atenderá as séries da Educação Infantil e Ensino Fundamental. “A educação de Boa Vista passa por transformações que visam oferecer um ensino igualitário com qualidade para todas as crianças atendidas pela rede municipal,” afirmou Teresa.

Este ano os alunos passaram a ser atendidos pelo programa Saber Igual da Secretaria Municipal de Educação. “Adotamos esse programa cujas aulas são organizadas e planejadas pelo professor e colocadas à disposição dos alunos. Nosso compromisso é acabar com as diferenças de ensino nas escolas e promover o mesmo saber para todas as crianças”, afirmou Rodrigo Jucá, secretário de Educação.

Homenagem

O nome da nova escola faz uma homenagem a uma das primeiras moradoras que, em 1964, junto com seu esposo Raimundo Mafra, mudou para a região onde tiveram seis filhos e muitos netos e bisnetos, ajudando a povoar a comunidade. Clemente dos Santos faleceu em 1971 por complicações com o período pós-parto do seu filho caçula, que na época tinha apenas três meses de idade. Mãe dedicada, boa esposa, era dona de casa e trabalhava diariamente na roça.