Família que Acolhe: mudanças físicas é tema de oficina para adolescentes grávidas
São atendidas 120 adolescentes, divididas em oito turmas com 15 participantes cada
Por SEMUC
01/12/2014
A Prefeitura de Boa Vista iniciou na última semana as atividades da Universidade do Bebê, com encontros e oficinas voltados para adolescentes grávidas. A iniciativa faz parte do programa Família que Acolhe, uma política de atendimento integral à primeira infância, lançada em setembro pela prefeita Teresa Surita.
“Este é um programa inovador criado para trabalhar o desenvolvimento das crianças de 0 a 6 anos, começando pela gestação. Além da assistência nas áreas de saúde, educação e desenvolvimento social, iniciamos os trabalhos da Universidade do Bebê, atendendo nesta primeira etapa as adolescentes para orientá-las sobre uma gravidez saudável, como agir diante dessa nova realidade e sobre as suas responsabilidades para que o seu filho receba os estímulos necessários e se desenvolva da forma adequada desde a gestação”, afirmou Teresa.
Nesta terça e quarta-feira (29 e 30), será abordado o tema Mudanças Físicas, com foco nas principais transformações no corpo, a importância do pré-natal e os exames necessários que devem ser feitos para manter todo o cuidado da mãe e do bebê. Na quinta e sexta-feira (31/10 e 01/11), o tema trabalhado é O Emocional mamãe e bebê, que abordará as mudanças emocionais geradas durante a gestação e as influências para o bebê.
São atendidas 120 adolescentes, divididas em oito turmas com 15 participantes cada. Os encontros acontecem de segunda a sexta-feira na sede do programa, das 9h30 às 10h30, das 10h30 às 11h30, das 15h30 às 16h30 e 16h30 às 17h30, na rua Solon Rodrigues Pessoa, 615, Pintolândia. As oficinas são conduzidas por profissionais de enfermagem, psicólogos, pedagogos e assistentes sociais.
Família que Acolhe
As principais ações do programa são o acompanhamento social às famílias; Universidade do Bebê com grupos para troca de informações; acompanhamento de saúde às gestantes e, quando necessário, fornecimento de medicamentos. Inicialmente, o público-alvo são as famílias com filhos matriculados nas Casas Mãe, gestantes do Bolsa Família, adolescentes grávidas e reeducandas grávidas da Penitenciária Agrícola do Monte Cristo e seus filhos.