Assistência Social

Consultoras do Ministério da Saúde conhecem o programa Família que Acolhe

Durante esta semana dez profissionais da Secretaria Municipal de Saúde receberam uma capacitação, ofertada pelo Ministério da Saúde, a fim de serem multiplicadores em Boa Vista.

Por SEMUC

25/05/2015

O Método Canguru é uma ferramenta de assistência oferecida ao recém-nascido prematuro de baixo peso e sua família. Durante esta semana dez profissionais da Secretaria Municipal de Saúde receberam uma capacitação, ofertada pelo Ministério da Saúde, a fim de serem multiplicadores em Boa Vista. Nesta sexta feira, 22, as capacitadoras aproveitaram a oportunidade e conheceram o programa Família que Acolhe.

“Tivemos a alegria de encontrar excelentes profissionais, que se envolveram com o método. Ao mesmo tempo ficamos preocupados, pois algumas questões ainda precisam de uma atenção maior, entre elas o pré-natal, a questão do indígena que vem ter o bebê no hospital e questões que vamos ter que aprender a lidar no cotidiano. O Família que Acolhe foi uma grande surpresa, pois não tínhamos conhecimento desse projeto em Boa Vista. Acho que a preocupação com a primeira infância tem que ser algo disseminado em todo o Brasil, pois isso vai garantir melhores índices de saúde, educação e desenvolvimento integral”, disse a capacitadora, Denise Morsch.
Segundo a assessora da Superintendência de Atenção Básica, Carol Santos, o aprendizado será repassado aos profissionais que trabalham no Família que Acolhe e na Atenção Básica. “Como já temos a experiência da reedição, utilizaremos o mesmo método para que todos os profissionais recebam o conhecimento”, informou.
Canguru – O Método é um modelo de assistência perinatal voltado para a melhoria da qualidade do cuidado, desenvolvido em três etapas, que parte dos princípios da atenção humanizada; reduz o tempo de separação entre mãe e recém-nascido e favorece o vínculo; permite um controle térmico adequado; contribui para a redução do risco de infecção hospitalar; reduz o estresse e a dor do recém-nascido; aumenta as taxas de aleitamento materno; melhora a qualidade do desenvolvimento neuro comportamental e psicoafetivo do recém-nascido; propicia um melhor relacionamento da família com a equipe de saúde; possibilita maior competência e confiança dos pais no cuidado do seu filho, inclusive após a alta hospitalar; reduz o número de reinternações; e contribui para a otimização dos leitos de unidades de terapia intensiva e de cuidados intermediários neonatais.