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Automedicação: Atitude irresponsável pode levar a morte
Nesta quarta-feira, 10, a equipe da Casa Saúde da Família Equatorial orientou sobre os perigos da automedicação aos pacientes atendidos pela unidade.
Por SEMUC
11/06/2015
A automedicação é um grande perigo para quem procura alívio imediato de sintomas sem precisar consultar um médico. Por isso, nesta quarta-feira, 10, a equipe da Casa Saúde da Família Equatorial orientou sobre os perigos da automedicação aos pacientes atendidos pela unidade.
Segundo a Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o Brasil é campeão da automedicação. De acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), 74,4% dos brasileiros se automedicam. A pesquisa entrevistou 1.480 pessoas de 12 capitais brasileiras.
“Algumas pessoas têm o hábito de se informar com vizinhos e também com farmacêuticos sobre qual remédio tomar para determinada doença. É importante informar que um medicamento tomado por uma pessoa não pode ser indicado para outra pessoa. Tudo tem que ser avaliado por um médico. Pior ainda se for um antibiótico. Precisamos estar atentos a esse problema”, disse o médico intercambista do programa Mais Médicos, Dr. Ender Morillo.
Dona Ester Augusta, 71, é hipertensa e constantemente precisa tomar remédios para controlar sua pressão arterial. Perdeu sua irmã por conta da automedicação. “Tive essa experiência na família. Minha irmã com um mês de vida teve febre alta e meu pai foi na farmácia. A superdosagem acabou matando a minha irmã. Por isso não recomendo a ninguém, nem aos meus netos”, contou.
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