•Assistência Social
Integrantes do Cabelos de Prata participam de palestra sobre acidentes domésticos
Quedas no banheiro, esbarrões e queimaduras são algumas das causas mais comuns de acidentes domésticos envolvendo idosos
Por SEMUC
07/10/2015
Quedas no banheiro, esbarrões e queimaduras são algumas das causas mais comuns de acidentes domésticos envolvendo idosos. Para evitar que isso ocorra ou mesmo saber o que fazer nesses casos, os integrantes do programa Cabelos de Prata do Cras Pintolândia participaram de uma palestra sobre o tema, nesta quarta-feira, 7. O evento foi realizado na Vila Olímpica Roberto Marinho e reuniu cerca de 200 idosos.
A palestra foi ministrada pelo sargento do Corpo de Bombeiros, Wilson Rabelo, que proporcionou uma manhã interativa, com exemplos práticos, dinâmicos, na qual os participantes puderam aprender de uma forma divertida os ensinamentos repassados pelo profissional.
“Gosto muito dessas aulas, são bem divertidas, deixa nosso dia mais alegre, sem contar que aprendemos as coisas. É bom saber que as pessoas se importam com a gente e com nosso bem estar”, disse a integrante Paula dos Santos, de 78 anos.
O sargento destacou a importância do uso de tapetes antiderrapantes, sandálias apropriadas para o banho, para evitar quedas no banheiro, guardar talheres adequadamente para evitar acidentes com facas, como agir em situações de engasgo, queimaduras e situações envolvendo botijas de gás. Além disso, ensinou noções de primeiros socorros.
“Sempre trabalhamos com a proposta de desenvolver atividades bem práticas, ensinando um pouco de primeiros socorros, mas fazendo com que eles aprendam executando. A palestra fica mais divertida, além de promover a interação entre os participantes. Também trouxe alguns materiais dos Bombeiros para eles tivessem esse contato com equipamentos que utilizamos em situações de risco e eles ficaram super empolgados”, destacou Wilson.
O Programa Cabelos Prata procura promover a interação e inserção dos participantes na sociedade, dando mais dignidade e fazendo com os idosos se sintam pertencentes ao meio em que vivem. “Queremos que nossos integrantes se sintam úteis e sejam pessoas felizes. Pessoas que se divertem, dançam, brincam e fazem as coisas que gostam, tudo dentro de suas limitações” contou a monitora de dança, jogos e recreação do Cras Pintolândia, Maria Dilça.
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