Evento Grafita Roraima leva as técnicas do grafite aos alunos do Projeto Crescer
Para os alunos da Oficina de Serigrafia, o grafite vai aprimorar o que já é ensinado nas aulas do projeto, como desenhar, bordar, estampar e muito mais.
Por Ceiça Chaves
31/10/2018
Os alunos da Oficina de Serigrafia do Projeto Crescer, programa criado pela Prefeitura de Boa Vista como política pública para atendimento a jovens em situação de vulnerabilidade social, participam nesta quarta-feira, 31, da 5ª edição do Grafita Roraima, com a Oficina de Grafite no Núcleo do Pintolândia. A iniciativa de incluir os jovens foi do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, da Secretaria Municipal de Gestão Social.
A oficina é dividida em dois momentos: Letras de grafite, um introdutório para que os alunos tenham noção de dimensionamento de letra, corpo, esqueleto, estrela, 3D e profundidade. O segundo momento é na área externa com a técnica de muralismo e grafite, na qual retratam a arte na parede.
Para os alunos da Oficina de Serigrafia, o grafite vai aprimorar o que já é ensinado nas aulas da oficina, como desenhar, bordar, estampar e muito mais. O venezuelano, integrante do projeto, Gerson Benitez, 16 anos, já desenho desde criança e para ele aprender o grafite só vai aperfeiçoar o que ele já domina. “Muito bom a oficina, estou aprendendo coisas bem interessantes, que a partir de agora, vou praticar mais”, disse.
O Grafita Roraima está em sua quinta edição em Roraima, é um evento que envolve a cultura urbana e os elementos do Hip Hop. O projeto está multiplicando os conhecimentos através de eventos em escolas e projetos sociais. O Grafite é um dos quatro elementos do hip hop, são eles: Dj, Mc (Rap), B-boy (Breakdance), e o Grafite .
“ Hoje estamos fazendo essa interação com o projeto Crescer, trazendo o movimento e a arte do grafite para a periferia. O Grafita tá ocorrendo em vários locais simultaneamente. Estamos levando também os demais elementos da cultura urbana, que inclui o skat, o rap, e sempre finalizamos com a batalha de b-boys ”, frisou Eduardo Queiroz, educador social do Peti e coordenador do Movimento Urbanus.