Saúde

Índice de infestação Aedes aegypti diminui, mas ações de combate ao mosquito seguem em Boa Vista

A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) concluiu nesta segunda-feira,27, os dados do segundo Levantamento de Índices Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) no mês de agosto. Os resultados do estudo mostram uma redução de 13,1% para 4,9% do risco de transmissibilidade da doença. A população deve continuar contribuindo para evitar a proliferação do mosquito na capital.

Por SEMUC

28/09/2021 - Última atualização 28/09/2021

A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) concluiu nesta segunda-feira,27, os dados do segundo Levantamento de Índices Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) no mês de agosto. Os resultados do estudo mostram uma redução de 13,1% para 4,9% do risco de transmissibilidade da doença. A população deve continuar contribuindo para evitar a proliferação do mosquito na capital.

O LIRAa tem como objetivo avaliar o controle da infestação de mosquitos como o Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Foram visitados 8.242 imóveis referentes a 19 estratos delimitados em Boa Vista, sendo que 406 domicílios apresentaram positividade para larvas do gênero Aedes. Destes, 90,4% correspondem a residências, comércios e outros e 9,6 %, em terrenos baldios

Comparando os resultados dos LIRAas de 2019 e 2021 no mesmo período, agosto, observa-se que houve uma redução nos estratos com alto risco. Em 2019 o índice foi de 7,1% e esse ano de 4,9%.

Bairros – O estudo aponta ainda que 36 bairros classificados com alto risco, 15 como médio e 7 com baixo risco. Comparando os resultados da classificação de risco por bairros, observa-se que no ano de 2021 houve uma diminuição nos bairros classificados como alto risco em relação a 2019.

Alto risco - São Pedro, 31 de março, Airton Rocha, Nova Cidade, Canarinho, Jardim Caranã, outros.

Médio risco - Jardim Equatorial, Nova Canaã, Cidade Satélite, Liberdade e Olímpico, outros.

Baixo risco – Jardim Floresta, João Barro, Said Salomão, Murilo Teixeira, outros.

Principais criadouros

O lixo doméstico ainda é um dos principais focos do Aedes nas residências. Em seguida, depósitos móveis (vasos, frascos, pratos, pingadeiras e bebedouros), depois vem pneus e outros materiais rodantes, depósitos como barril, tanque e poços, entre outros.

Ações de controle

Os agentes estão diariamente em atividades de bloqueios com educação em saúde, eliminação de criadouros e tratamento, quando necessário, em casos notificados de dengue, zika e

Chikungunya.

A prefeitura reforça à população a importância de receber os agentes em casa e ajudarem a eliminar os possíveis criadouros.

Esta semana as ações estão concentradas nos bairros São Vicente, Cidade Satélite, Bela Vista e outros. Além das ações de rotina, a prefeitura promove no mês de outubro a blitz educativa “Todos contra a Dengue”. Confira o cronograma abaixo.